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Raminho no distintivo da seleção


Em 1979, o Instituto Brasilleiro do Café começou a patriocinar a seleção brasileira. Eram outros tempos e os patriocinadores não tinham tantas formas de visibilidade. A Fifa não permitia, como ainda não permite, estampar marcas nas camisas das seleções. Como fazer para que a instiuição aparecesse para o público? Com um belo jeitinho brasileiro, resolveu-se colocar a logomarca do IBC dentro do distintivo da seleção. A taça Jules Rimet passou, então a disputar espaço com um raminho de café.
Com a planta no peito umas das melhores seleções da história disputou a Copa do Mundo de 1982, na Espanha. Pena que a seleção canarinho sucumbiu diante da Itália nas quartas de final, logo depois o ramo deixou a camisa da seleção sem muito alarde.
Lembrando ainda que nos anos 60 o IBC patriocinou ninguém menos que Pelé e Garrincha. Este último já com a carreira encerrada se tornou uma espécie de embaixador do café brasileiro na Europa. Para honrar o contrato comparecia a eventos, nos quais, a contragosto tomava xícaras de café sem parar.
Fonte: Almanaque Brasil

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